Tá na Área - Marista Rosário

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24 de nov. de 2011

Um defensive tackle no Terceirão

O Futebol Americano é um esporte muito praticado nos states, mas no Brasil a sua popularidade ainda é tímida. No Marista Rosário, encontramos um entusiasta do esporte, o Thomás Leal, aluno da 305, que joga Futebol Americano há dois anos. “Gostava de assistir e resolvi procurar no Orkut comunidades sobre times em POA, foi quando encontrei o Porto Alegre Pumpkins e resolvi aparecer em um treino”, conta o defensive tackle do grupo, jogador que pega as corridas do adversário, fazendo pressão para o quarter back, o cara que passa a bola do outro time.


Para entender todas estas posições táticas e regras do jogo é preciso de treino, tanto é que o Thomás acorda cedo todos os domingos para treinar com a equipe. “Participamos da Liga Brasileira de Futebol Americano, com jogos em várias cidades como Curitiba, Foz do Iguaçú e Santa Cruz, somos um dos dois times de POA que podem competir”.

Quanto ao preconceito sobre o esporte, considerado por muitos, violento, Thomás explica “Este é um esporte democrático, qualquer um pode jogar, tanto os magros quanto os grandalhões, pois ganha-se uma partida no grito, intimidando o adversário. Violento ele é, mas quando você conhece as regras e entende do jogo, muda de opinião”.

No final do ano, Thomás pretende prestar vestibular para Engenharia Civil, já pensando em um intercâmbio nos EUA, para seguir praticando o esporte. #touchdown

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17 de nov. de 2011

Rugby que extravasa energias

A menina aparentemente delicada da turma 202, Isadora Duarte tem um método diferente para extravasar as energias e sentir-se bem: ela joga rugby. Um esporte não muito conhecido no Brasil, tanto que em Porto Alegre existem apenas dois times, mas foi a maneira que a Isadora encontrou de gastar suas energias.



Motivada pelo irmão que é treinador do esporte, Isadora conheceu o rugby há dois anos, mas desde julho vem praticando no Clube San Diego. Ela conta, “gosto bastante de jogar e meus amigos diziam que eu era meio ‘cavala’ nos esportes, que deveria escolher algo mais adequado. Escolhi o rugby, onde posso extravasar minhas energias e gastar calorias.” Ela ainda complementa, “o esporte me estimula nos estudos e me sinto mais disposta para outras atividades do dia a dia.”


E para quem não conhece muito bem, rugby não é a mesma coisa que o futebol americano que aparece nos filmes. Uma dica de Isadora para conhecer o esporte é assistir o filme Invictus.


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1 de jul. de 2011

Campeã nas piscinas

A aluna da turma 102, Viviane Jungblut é uma atleta campeã. Ela é 1º lugar no Ranking Brasileiro Feminino 800m livre, piscina de 25m. Além disso, ela também aparece em 9º lugar no Brasil no nado feminino 800m livre, em piscina de 50m. Tem mais ou menos 9 troféus e já perdeu a conta do número de medalhas que já ganhou.


Ela nada desde os sete anos, seguindo os passos dos irmãos. Com oito anos o treinador percebeu que ela tinha talento e desde então representa o Grêmio Náutico União, treina todas as tardes de segunda a sábado e nas terças e quintas-feiras das 5h às 7h da manhã, depois vem direto para a escola. Participa de campeonatos brasileiros de natação e depois recupera as aulas com os colegas. #esforço #superação

Para alcançar todos estes desafios e ainda ir bem na escola, ela tem uma rotina organizada com tempo para treinar, se divertir e estudar. Vivi comenta “Não é fácil manter a rotina, mas não é impossível, além disso, o esporte ajuda a ter mais disciplina e motivação”. Ela conta que os pais sempre dizem que se o esporte atrapalhar os estudos, ela deve parar de nadar, “isso me dá mais motivação ainda para conciliar as duas atividades”, desabafa.

Viviane ainda não sabe que carreira vai seguir, mas diz que pretende continuar treinando e competindo durante a faculdade.

Admiradora de todos os atletas que participam das Olimpíadas, Viviane ainda vai participar dos seguintes campeonatos ao longo do ano:

Campeonato Brasileiro – Fortaleza-CE (junho)


Troféu Chico Piscina – Mococa-SP (outubro)


Campeonato Brasileiro de Verão – Vitória-ES (novembro)


Campeonato Brasileiro Absoluto (durante o ano)

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2 de mai. de 2011

Campeão aos 17 anos

O guri tem 17 anos, é vice-campeão pan-americano, participou de campeonatos na Argentina e recentemente treinou na Espanha. Augusto Loss, aluno do Terceirão do Rosário, é jogador de Padel, um esporte parecido com Tênis, mas pouco conhecido no Brasil.


Foi através do pai, ex-jogador profissional de Tênis que também praticou Padel, que Augusto conheceu o esporte. Hoje, além do pai na torcida, ele conta com uma equipe formada por treinador, preparador físico, nutricionista e psicólogo, e não é pra menos, pois o Augusto faz parte da Seleção Brasileira de Padel. Com o fim do terceirão, o atleta quer estudar Arquitetura e Urbanismo na PUCRS, pois lá é possível realizar Intercâmbio com Universidades da Espanha, onde o Padel é bem mais valorizado.


Curiosidades
  • No Brasil o esporte se popularizou como Padel, mas seu nome original é Padle. 
  • O jogo acontece em dois sets.
  • A Quadra é parecida com a de Tênis, porém, ao invés de ser aberta, há paredes nas extremidades e telas nas laterais.
  • O esporte é muito conhecido na Espanha. Lá é adorado como o futebol é no Brasil.
  • As potências do esporte são a Espanha, a Argentina e o Canadá.
  • O esporte é bastante praticado no interior do estado, as cidades de Livramento e Lajeado são exemplos de locais onde se pratica Padel.
Acesse o site da Confederação Brasileira de Padel e saiba mais sobre o esporte.
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8 de jul. de 2010

Aquathlon? Ãn?

O Esporte em Ação desta edição mostrou a façanha de Pethrus Pires Germano da turma 86, que venceu a 4ª Etapa do Campeonato Estadual de Aquathlon, no Clube Caixeiros Viajantes, mostrando que tem talento pra coisa, já que não tinha treinado muito para a competição.

Mas afinal, o que é esse tal de Aquathlon? Na realidade, o esporte não é considerado uma modalidade, e sim uma variação do mais conhecido Triathlon, onde o atleta precisa mostrar habilidade na natação, no ciclismo e na corrida. Ufa, haja resistência física! Já no Aquathlon, os atletas “só” correm e nadam, percorrendo distâncias definidas pela Confederação Brasileira de Triathlon, conforme a idade dos competidores. Outra variação do esporte é o Duathlon, onde os atletas correm e pedalam.

 
          Curiosidades
  • No Rio Grande do Sul, o Triathlon chegou somente em 1991, com a realização de uma competição em Torres, onde participaram 80 atletas. 

  • Entre as diferentes teorias sobre a origem do Triathlon, a mais aceita é que o esporte surgiu entre atletas de um clube de atletismo de San Diego, nos EUA. Para não “enferrujar” nas férias, os treinadores passavam uma planilha de exercícios para os mesmos, onde predominavam provas de natação e corrida. A tarefa de férias agradou os atletas que resolveram repeti-la no ano seguinte, desta vez, desafiando os salva-vidas de São Diego. A partir daí as competições começaram, até que em 1982, o Triatlhon surgisse como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles.
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27 de mai. de 2010

Nas ondas do surfe

No Esporte Em Ação do Tá na Área você conheceu o Ricardo Traverso, aluno da 303. O cara surfa desde os dez anos, quando ganhou sua primeira prancha. No início do ano Ricardo conquistou o primeiro lugar geral na categoria ABC do Colegial Billabong de Surfe. No total, foram três etapas disputadas na praia de Torres. Em cada bateria, quatro surfistas demonstravam suas habilidades durante 15 minutos no mar sendo avaliado por um grupo de jurados.

Além do Ricardo, outros alunos rosarienses obtiveram destaque no Colegial Billabong 2010 de Surfe, na categoria Sub 13. João Gasparotto da 6ª série obteve o 2º lugar, seguido pelo Arthur Piccoli, 5º colocado e pelo Eduardo Binfare, 6º colocado. Os alunos contaram com o apoio do GER, que patrocinou as equipes.
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