Julia Teixeira e Rodrigo Dichuta, ambos do 2º ano do Ensino Médio, são os novos presidentes do Grêmio Estudantil Rosariense. Eles conquistaram mais de 54% dos votos válidos do colégio eleitoral composto por estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio! Parabéns presidente Julia, sucesso na Gestão 2012 do GER!
17 de nov. de 2011
Bate papo
Ser ou não ser? Eis a questão.
O palco do Tá na Área abre suas cortinas para os atores do Grupo Teatral de Estudantes Rosarienses (GTER), discutirem sobre a arte, o grupo e o novo espetáculo em cartaz. Sem as dúvidas da famosa frase de Hamlet, tampouco um crânio em mãos, como o personagem da tragédia grega, o trio Jaqueline Buchabqui, Gustavo Barcellos e Carolina Studzinski falam mesmo sobre artes cênicas.
“O legal do teatro é que você pode ser o que quiser, é um hobby pra mim”, comenta Jaqueline, que participa de aulas de teatro desde 2002. “Gosto de decorar textos, tenho facilidade. Uma dica é revisar o texto na frente do espelho”, sugere Gustavo. Estreando no GTER, Carol já sente-se em casa “Adoro atuar e o bacana é que ninguém critica o jeito que você é”.
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“O legal do teatro é que você pode ser o que quiser, é um hobby pra mim”, comenta Jaqueline, que participa de aulas de teatro desde 2002. “Gosto de decorar textos, tenho facilidade. Uma dica é revisar o texto na frente do espelho”, sugere Gustavo. Estreando no GTER, Carol já sente-se em casa “Adoro atuar e o bacana é que ninguém critica o jeito que você é”.
Além dos três, outros oito alunos participam do grupo, que ensaia duas vezes por semana. “A peça deste ano é diferente, cada um faz mais de um personagem em seis contos”, explica Carol. “Participamos de toda construção da peça, desde a escolha do texto, figurino e cenário, usamos nossas ideias para criar tudo”, conta Gustavo sobre a peça Do lado de dentro de dentro de cada um, que ainda será apresentada no Palco Farroupilha, nos dias 10 e 11 de novembro.
Eu tava lá
No Rock in Rio 2011
O sortudo Gabriel Nunes Cimadon realizou o sonho de boa parte da galera e curtiu muita música no Rock in Rio 2011, nos dias 24 e 25 de outubro. Em novembro do ano passado, quando ele comprou os ingressos, o objetivo era ver o Metallica. Também tinha interesse no Red Hot Chilli Peppers, mas gostou mesmo foi do show do Slipknot e sua bateria giratória.
A viagem foi um planejamento familiar, pois foi acompanhado do irmão mais novo, Felipe da turma 102 e do pai Renato, que não gosta de rock, mas foi na parceria para acompanhar os filhos. Eles nem viram direito a cidade do rock, pois tinha fila de duas horas para comer, mais duas horas para andar na roda gigante, ir ao banheiro nem pensar. “Tinha fila até para furar fila”, ele comenta. A concentração era para conseguir um bom lugar para assistir aos shows do Palco Mundo.
Segundo Gabriel, ficar 6 horas esperando pelo show valeu a pena, “na segunda noite ficamos próximo ao palco, vi de perto o show da Slipknot e o som é muito bom.” #rockinrioeufui
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A viagem foi um planejamento familiar, pois foi acompanhado do irmão mais novo, Felipe da turma 102 e do pai Renato, que não gosta de rock, mas foi na parceria para acompanhar os filhos. Eles nem viram direito a cidade do rock, pois tinha fila de duas horas para comer, mais duas horas para andar na roda gigante, ir ao banheiro nem pensar. “Tinha fila até para furar fila”, ele comenta. A concentração era para conseguir um bom lugar para assistir aos shows do Palco Mundo.
Segundo Gabriel, ficar 6 horas esperando pelo show valeu a pena, “na segunda noite ficamos próximo ao palco, vi de perto o show da Slipknot e o som é muito bom.” #rockinrioeufui
Esporte em ação
Rugby que extravasa energias
A menina aparentemente delicada da turma 202, Isadora Duarte tem um método diferente para extravasar as energias e sentir-se bem: ela joga rugby. Um esporte não muito conhecido no Brasil, tanto que em Porto Alegre existem apenas dois times, mas foi a maneira que a Isadora encontrou de gastar suas energias.
Motivada pelo irmão que é treinador do esporte, Isadora conheceu o rugby há dois anos, mas desde julho vem praticando no Clube San Diego. Ela conta, “gosto bastante de jogar e meus amigos diziam que eu era meio ‘cavala’ nos esportes, que deveria escolher algo mais adequado. Escolhi o rugby, onde posso extravasar minhas energias e gastar calorias.” Ela ainda complementa, “o esporte me estimula nos estudos e me sinto mais disposta para outras atividades do dia a dia.”
E para quem não conhece muito bem, rugby não é a mesma coisa que o futebol americano que aparece nos filmes. Uma dica de Isadora para conhecer o esporte é assistir o filme Invictus.
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Motivada pelo irmão que é treinador do esporte, Isadora conheceu o rugby há dois anos, mas desde julho vem praticando no Clube San Diego. Ela conta, “gosto bastante de jogar e meus amigos diziam que eu era meio ‘cavala’ nos esportes, que deveria escolher algo mais adequado. Escolhi o rugby, onde posso extravasar minhas energias e gastar calorias.” Ela ainda complementa, “o esporte me estimula nos estudos e me sinto mais disposta para outras atividades do dia a dia.”
E para quem não conhece muito bem, rugby não é a mesma coisa que o futebol americano que aparece nos filmes. Uma dica de Isadora para conhecer o esporte é assistir o filme Invictus.
25 de ago. de 2011
Bate papo
Caiu da rede
O repórter pega sua caneta e começa a anotar no bloquinho. Os entrevistados abrem seu iPad e iPhone para interagir. Assim começou o bate-papo entre @TiagoRigo, @doda_s e @LeoSturmer sobre exposição nas redes sociais. O tema é polêmico, ainda não existem regras claras, mas o bom-senso ainda prevalece na relação público X privado.
Leonardo Sturmer e Amanda Medeiros, ambos da 206, ficam conectados quase 24h por dia. “Só deixo de olhar o Twitter quando eu durmo e costumo falar tudo o que eu estou fazendo. Acho que não tem problema se expor, desde que saiba quem está seguindo”, comenta Amanda. “As redes sociais servem para se comunicar com amigos, falar besteira e passar o tempo. Ao invés de ver TV, fico nas redes”, explica Leonardo, que está no Twitter desde 2008, já possui mais de 51mil tweets e o microblog já o ‘deixou de castigo’ por excesso de postagem.
“O problema é que aqueles que não têm coragem para falar, acabam twittando”, argumenta Amanda sobre os riscos de ‘não medir palavras’ nas redes sociais. “E tem ainda os que brigam muito pelo Twitter, os que acabam sendo mal interpretados e os que fazem foto de qualquer coisa com o celular e posta”, acrescenta Leonardo.
O uso de celular em sala de aula não é autorizado, mas tem quem faça bom uso da tecnologia. “Uso o iPad na sala de aula para ver os resumos de Biologia, Literatura, a Tabela Periódica, entre outros recursos legais”, explica Amanda. Uma dica da dupla de twitteiros é que os professores façam twitcam de alguns conteúdos, como já existe na internet. Que tal?!
Eu tava lá
Canadá nestas férias
A Gabriella Howes, da Pastoral e PJM, passou as férias de inverno estudando no verão. Hã? #comoassim
Isso mesmo, a Gabi recém voltou do Canadá, onde estudou inglês por um mês na YMCA (a mesma da música!!!). Ela tinha aulas de gramática pela manhã e pronunciação pela tarde com mais sete estrangeiros de diversos países. Nas horas livres, ela passeava pelos museus e fazia muitos piqueniques nos parques, afinal lá era verão.
Durante o intercâmbio, a Gabi ficou hospedada na casa de uma host family indiana, em Montreal, província de Quebec. Ela também visitou Otawa (capital do Canadá), Quebec (capital da Província) e Tadoussac, onde viu de perto baleias Beluga.
Ela aconselha conhecer o país, principalmente Montreal, que é uma cidade com muitas opções culturais e onde as pessoas falam inglês e francês. “O país dá oportunidade de conhecer pessoas de vários países, migra refugiados de guerra, isso gera consciência de mundo. Além disso, é um país bilíngue e, para quem quer aprender outro idioma, isso é o máximo”, comenta empolgada.
Gabi ainda recomenda o intercâmbio, ela diz “Adorei todas minhas experiências de intercâmbio, pois é possível conviver com outras culturas, pessoas de outros países”.
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Isso mesmo, a Gabi recém voltou do Canadá, onde estudou inglês por um mês na YMCA (a mesma da música!!!). Ela tinha aulas de gramática pela manhã e pronunciação pela tarde com mais sete estrangeiros de diversos países. Nas horas livres, ela passeava pelos museus e fazia muitos piqueniques nos parques, afinal lá era verão.
Durante o intercâmbio, a Gabi ficou hospedada na casa de uma host family indiana, em Montreal, província de Quebec. Ela também visitou Otawa (capital do Canadá), Quebec (capital da Província) e Tadoussac, onde viu de perto baleias Beluga.
Ela aconselha conhecer o país, principalmente Montreal, que é uma cidade com muitas opções culturais e onde as pessoas falam inglês e francês. “O país dá oportunidade de conhecer pessoas de vários países, migra refugiados de guerra, isso gera consciência de mundo. Além disso, é um país bilíngue e, para quem quer aprender outro idioma, isso é o máximo”, comenta empolgada.
Gabi ainda recomenda o intercâmbio, ela diz “Adorei todas minhas experiências de intercâmbio, pois é possível conviver com outras culturas, pessoas de outros países”.
Jeito de ser
O Dançarino de todos os ritmos
Pedro da Costa Borguetti, da 205. O sobrenome é conhecido, mas você sabia que toda família tem ritmo? O guri tem 16 anos e dança Flamenco desde os 6. Influenciado pela mãe, bailarina profissional e fundadora da escola Cadica Danças e Ritmos, atualmente ele também se apresenta dançando salsa, tango, zouk e música gaúcha. O ritmo que ele mais curte é gaúcho com influência argentina, mais conhecido como malambo ou chacarera. Já ouviu falar? Além disso, o garoto ainda dá aulas de salsa na escola da mãe.
O diferencial do grupo onde dança é um ritmo fusão do flamenco (paixão da mãe) e música gaúcha (paixão do pai). A família e mais outros dançarinos ensaiam para shows e, em média, se apresentam três vezes por mês. Pedro acredita que apesar do ritmo puxado de aulas, ensaios e shows, ele leva numa boa o Colégio e até deixa de lado algumas apresentações quando tem semanas de provas.
Além das aulas, ele tem que conciliar a vida pessoal. “Meus amigos às vezes ficam de cara quando digo que não posso sair com eles porque tenho ensaios, mas eu não me importo com isso”. Sobre as apresentações, comenta que gostou muito de fazer o show de abertura do Festival Reponte da Canção Nativa, em São Lourenço do Sul-RS, em 2010. “Foi o primeiro show do ano, tínhamos ensaiado muito e a maior parte do grupo estava presente. Foi muito legal”, comenta.
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O diferencial do grupo onde dança é um ritmo fusão do flamenco (paixão da mãe) e música gaúcha (paixão do pai). A família e mais outros dançarinos ensaiam para shows e, em média, se apresentam três vezes por mês. Pedro acredita que apesar do ritmo puxado de aulas, ensaios e shows, ele leva numa boa o Colégio e até deixa de lado algumas apresentações quando tem semanas de provas.
Além das aulas, ele tem que conciliar a vida pessoal. “Meus amigos às vezes ficam de cara quando digo que não posso sair com eles porque tenho ensaios, mas eu não me importo com isso”. Sobre as apresentações, comenta que gostou muito de fazer o show de abertura do Festival Reponte da Canção Nativa, em São Lourenço do Sul-RS, em 2010. “Foi o primeiro show do ano, tínhamos ensaiado muito e a maior parte do grupo estava presente. Foi muito legal”, comenta.
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